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RS agora exige inventário de emissões de carbono

Uma nova exigência ambiental já está em vigor no Rio Grande do Sul — e ela muda o nível de responsabilidade das empresas. A sua está preparada?

O que mudou?

A FEPAM publicou a Portaria 592/2026 que passa a exigir o envio anual do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) para empreendimentos licenciados de setores estratégicos.

Na prática, isso significa: medir, organizar e reportar emissões com base em metodologias reconhecidas internacionalmente, como o GHG Protocol.

Mais do que cumprir uma exigência, isso exige estrutura: dados organizados, leitura técnica e acompanhamento contínuo. E aqui está o ponto crítico: nem todas empresas estão preparadas para isso.

Além de evitar risco regulatório, quem se antecipa ganha clareza sobre a operação, identifica oportunidades de melhoria e se posiciona melhor diante de clientes, investidores e mercado.

Quem é impactado?

A obrigatoriedade vale para operações como:
✔ indústrias
✔ energia e combustíveis
✔ químico e fertilizantes
✔ aterros e grandes operações
Não é para todos — mas é para quem tem impacto relevante.

O que será exigido?

O inventário precisa apresentar:
→ Emissões diretas (Escopo 1)
→ Emissões de energia (Escopo 2)
→ (em alguns casos) cadeia completa (Escopo 3)
Tudo com metodologia reconhecida (ex: GHG Protocol e IPCC)

Não é só uma obrigação. É uma mudança na forma como empresas medem, gerenciam e comprovam seu impacto.

♻️ Quem se antecipa, ganha controle, eficiência e posicionamento. Se sua empresa pode ser impactada, vale começar agora.

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